sexta-feira, 22 de abril de 2011

NòS vAmOS OCupaR sEu CORAçãO!



Bairro do Belenzinho, São Paulo, S.P.

Revista OCAS.

CORAÇAOFARPADO em galpão do MST, lançamento da revista OCAS. Meados de 2007.



quinta-feira, 10 de março de 2011

CORAÇAOFARPADO


Dr. Arnaldo




CORAÇAOFARPADO ao lado do metro Sumaré, av. Dr. arnaldo, São Paulo, capital. 2011.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

CIDADE EM CHAMAS!



Todos os dias a metrópole gera um volume imensurável de informação.
A informação é excessiva, a poluição é excessiva, o trânsito é excessivo, o caos...
O contato é escasso. A pressa mecânica, os sorrisos de plástico, os olhos robóticos, a impessoalidade do trato, a incomunicabilidade...
Mesmo assim ainda pulsa uma possibilidade de calor, de encontro. Uma possibilidade incerta, confusa, gratuita...
Uma confusão de sentidos, de toques acidentais, olhares que se cruzam, olhares que se evitam, fugas casuais, fugas convenientes, torpores e tropeços...
Mas o Tédio a tudo desanima, esfria... A repetição de conportamentos, a semana útil, o mesmo trajeto, trânsito, fluxo, o ir e vir de lugar algum a lugar nenhum tododiaeternamente, a copiosa rotina de perpetuar o dia de ontem...
A cidade segue sua rotina de tédio, desencontros, excessos e perdição.
Em meio a isso surge o CORAÇAOFARPADO. Pulsando, sangrando, jorra fluidos cores e calor por território opaco.
O Tédio tenta calar a cidade com seus tons de bege e cinza.
Mas nada detém o CORAÇAOFARPADO, dramatico como um bolero, quente como lambada!
O CORAÇAOFARPADO grita!
(e na cidade ninguem ouve...)